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‘Em Discussão’ aborda impactos da escala 6×1

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Impacto Maranhão
4 de mai.
2 min de leitura

Entrevistada foi a supervisora de Intermediação e Geração de Emprego e Renda da Setres, Carla Alcântara.

04 de maio de 2026. Siga Impacto Maranhão

Carla Alcântara foi a entrevistada do 'Em Discussão' desta segunda-feira (4)
Carla Alcântara foi a entrevistada do 'Em Discussão' desta segunda-feira (4)

A atuação da Secretaria de Estado do Trabalho e da Economia Solidária (Setres) e os impactos da escala de trabalho 6×1 foram temas debatidos durante entrevista com a supervisora de Intermediação e Geração de Emprego e Renda, Carla Alcântara, no programa ‘Em Discussão’, da Rádio Assembleia, nesta segunda-feira (4).

Durante a conversa, a gestora destacou que a Setres tem papel central na execução de políticas públicas voltadas ao emprego, trabalho e geração de renda no Maranhão, atuando em dois eixos principais: a inserção no mercado formal, por meio de programas como o SINE e o Trabalho Jovem, e o fortalecimento da economia solidária, voltada à geração de renda fora das estruturas tradicionais de emprego. Segundo ela, essas ações buscam ampliar as oportunidades e garantir maior inclusão produtiva da população.

Carla Alcântara ressaltou que a Secretaria vive um momento de continuidade administrativa, agora sob o comando de Pedro Chagas, nomeado pelo governador Carlos Brandão. “O trabalho da Secretaria não pode parar. Existem pessoas que dependem diretamente dessas políticas para acessar o mercado de trabalho e melhorar sua condição de vida”, afirmou.

Ao abordar a escala de trabalho 6×1, a supervisora chamou atenção para os impactos na saúde dos trabalhadores, especialmente no que diz respeito ao esgotamento físico e mental. Dados apresentados durante o programa apontam que, em nível mundial, mais de 15% dos trabalhadores submetidos a esse modelo tiveram afastamentos relacionados ao burnout. Para ela, o tema precisa ser tratado com responsabilidade e acompanhamento constante.

“O trabalho ocupa grande parte da nossa vida. É onde investimos tempo, energia e criamos expectativas. Por isso, é fundamental olhar para a saúde do trabalhador com atenção”, destacou.

Carla também lembrou que o debate sobre a jornada de trabalho não é recente e já é objeto de propostas em tramitação no Congresso Nacional.

A entrevista reforçou a importância de alinhar desenvolvimento econômico com qualidade de vida, destacando o papel das políticas públicas na construção de um ambiente de trabalho mais equilibrado e sustentável no estado.


 
 
 

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